Eu sou os restos de ti...
Sabes porque razão é que a morte já não me assusta? é que quando eu te deixei ir naquela tarde sombria, eu deixei-me ir contigo também. Aquilo que te escreve agora é já um cadáver oco e podre, algo sem valor, sem alma. sou apenas um resto daquilo que a tua morte não destruiu.
Sem comentários:
Enviar um comentário