És aquele corpo morto e sem vida que passeia por ai, um corpo vagabundo sem qualquer rumo sem qualquer tipo de sentido. Perdeste toda a tua alma, a tua vida, o teu vibrante sorriso. Perdeste-te em ti, e em todas as questões que te atormentam, deixaste de falar nitidamente e passas-te a ser um tu que ninguém conhece nem mesmo tu. Desapareces lentamente, consumidora realidade que nao abranda o tempo, que o não petrifica aqui hoje e para sempre. Que te traga de volta a este mundo e te faça ser genuinamente aquela menina que costumava ser feliz. Que rumo leva essa tua vida, que caminho segues desesperadamente para lado nenhum, sem rasto algum para que um dia sozinha saibas sempre o caminho até ti, até casa. Que segredo escondes tu, nessa cabeça, não consegues expressar-te, eu sei é extrangulador, mas sempre foste capaz, o que se passa, como é que te perdeste assim? Ainda não acredito que és tu aquele corpo morto. Ainda não acredito que já não saibas voltar.

Sem comentários:
Enviar um comentário