sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Sabes o que é que me custou mais do que a morte durante aqueles meses em que não consegui sequer sair de casa?

 Mais ainda do que a solidão ou a falta de ar?

Algo que me doía ainda mais do que mil apertos no peito?

 Era a tua companhia, não a real mas a imaginária.

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